Análise - Um Senhor Estagiário

Anne Hathaway vive a CEO e criadora da própria startup e-commerce de uma loja de vestuário. De início, ela se mostra extremamente atarefada, um pouco antipática e arrogante. A empresa decide criar um programa de estágio sênior, para pessoas com mais de 60 anos trabalharem na empresa, auxiliando como estagiários os funcionários mais jovens em suas tarefas e afazeres da empresa.

Análise - Um Senhor Estagiário

Um dos estagiários acaba como auxiliar dela, depois que o assistente dela diz que ela precisa dar o exemplo. Após passar um tempo com seu estagiário, Robert de Niro, ela começa a se abrir e mostrar seu lado materno e familiar, doce, tranquilo e sentimental. Embora ainda um pouco fechada, ela não gosta muito de se abrir com ele, que ele saiba muito sobre a intimidade dela. O relacionamento dela com os pais é complicado, pois a mãe dela cobra muito atenção dela, parecendo não entender sobre a vida dela e a escolha de carreira que ela fez. Com o negócio dela sendo promissor, o marido largou os planos de carreira para cuidar da filha e para a personagem de Anne poder dar um start na carreira e empresa, se transformando em uma empresária de sucesso. Mas nem tudo vai tão bem como parece. Na empresa, surge a ideia de contratar um CEO para ajudar com a demanda da empresa, que tem mais clientes e lucro do que consegue controlar. A ideia de alguém mudando quase que completamente a empresa que ela mesma fundou não agrada e ela comenta que Mark Zuckerberg ela mais novo que ela, quando fundou o facebook e ninguém dizia que ele precisava da ajuda de um CEO. Ela é uma diretora dedicada, gosta de estar presente nos mínimos detalhes, sai cedo de casa e volta tarde, gosta de entender e corrigir os erros e entender como acontece a jornada do cliente. Ela pede produtos online como se fosse um cliente, pra entender como a loja e atendimento funcionam. Gosta de estar presente em tudo, desde de a página de produto, venda, embalagens, pós venda... É o próprio espírito empreendedor. Entra em conflito precisando conhecer alguns CEOs que os investidores da empresa acham que seriam dignos para melhorarem e conseguirem controlar as demandas. Ela não gosta de nenhum e acaba precisando viajar para conhecer o que seria a última opção da lista. Viaja com o estagiário dela, que já sabe da situação que ela passa em casa, mesmo sem saber ao certo se ela mesma sabia sobre a traição do marido. Durante a viagem, ela acaba conhecendo melhor o estagiário e ele se torna seu melhor amigo e confidente. Confessa estar preocupada em não conseguir manter a família e pensa em contratar um CEO para que possa ter mais tempo para a família. O estagiário prontamente diz que a culpa da traição do marido não é dela e também não deveria se culpar por ser uma grande empresária, além de achar um erro ela contratar alguém que mal conhece a empresa, para algo que ela exerce tão bem e coloca a alma, algo que ninguém faria com a paixão que ela faz.

Ela então contrata a última opção de CEO da lista, mas 2 dias depois, quando volta pra casa, depois de falar com o marido dela e ele admitir o erro e dizer que ele não quer que ela desista do sonho dela e que vai tentar ser o melhor possível pra ajudar ela com os negócios, ela decide ligar pro CEO e dizer que pensou bem e decidiu que ela não precisa de ajuda de alguém, que ela tá bem como tá e vai conseguir dar conta de tudo.

Temos exemplo de feminismo, empoderamento, empreendedorismo, exemplo de machismo e culpabilidade da mulher pelos erros do marido.

Esse filme mostra muito da alma empreendedora e de cultura organizacional. É muito bom, divertido e alarmante! Sem falar no elenco, incrível e maravilhoso, de peso, do filme!

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